Como funciona o escopo

Cada token age apenas nas entidades que você marcar. Um token do SIEM grava incidentes de segurança e mais nada — se ele vazar, o estrago para aí. Não existe token que "pode tudo": token sem nenhuma entidade marcada não faz nada, de propósito.
Prefira um token por sistema, com o menor escopo que resolva. Assim dá para revogar o do scanner sem derrubar o do ERP.

Gravar e ler são escopos separados. O mesmo token pode fazer as duas coisas — é o caso normal do ERP, que empurra pedido e puxa status —, mas nunca ganha uma pela outra. A razão é que o estrago é diferente: um token de escrita vazado suja o cadastro e deixa rastro no histórico de importação; um de leitura vazado copia a sua base sem deixar nada.

Tokens emitidos

Carregando…

Novo token

O nome aparece como origem no histórico de importações — use o nome do sistema.

Sistema externo reenvia o mesmo registro o tempo todo. Com “só inserir”, o reenvio vira erro de duplicidade.
Liberado separadamente, de propósito. Quem grava não ganha leitura de brinde: um token que vaza e escreve suja o cadastro e deixa rastro no histórico de importação; um que vaza e copia a sua base sem deixar nada para trás. Só marque o que o outro sistema realmente precisa consultar.
Carregando entidades…

✅ Token criado

Copie agora. Este é o único momento em que o token aparece — a plataforma guarda só um resumo criptográfico dele, então nem nós conseguimos mostrá-lo de novo. Perdeu? Revogue e gere outro.

Guarde no cofre de segredos do sistema que vai usá-lo. Não mande por e-mail nem por chat.