Solution Makers

A operação e a comprovação no mesmo lugar.

ERP para quem já tem processo, controla boa parte em planilha, e precisa provar o que faz — para cliente, auditor ou regulador.

Qual está mais perto de você?
O que costuma acontecer

“A ordem de produção está no papel, o custo real a gente só sabe no fim do mês, e quando o cliente pede laudo alguém para tudo para procurar.”

O que muda

Da necessidade de material até a nota — sem redigitar em lugar nenhum.

  • MRP que diz até quando comprarNão só “falta material”: com o prazo do fornecedor, a data-limite do pedido para a linha não parar. E arredonda pelo lote mínimo que ele realmente vende.
  • Chão de fábrica em tabletO operador aponta produção, refugo e parada na estação, identificando-se por crachá. Funciona sem internet e sincroniza depois.
  • Custo que sai do que foi consumidoMaterial, hora de máquina e apontamento real — e não um padrão que alguém atualizou há dois anos. É esse número que sustenta o preço.
  • Qualidade ligada à produçãoNão conformidade, ação corretiva, FMEA e inspeção nascem do lote, com rastreabilidade até o insumo.
  • Se for químicaFISPQ pela NBR 14725, classificação GHS, inventário e o Cadastro Nacional da Lei 15.022/2024.
  • Fiscal em diaNF-e com os campos de IBS/CBS da Reforma, SPED com Bloco K e H, e o inventário valorado que quase nenhum sistema entrega certo.
O que costuma acontecer

“O técnico manda foto no WhatsApp, alguém digita no sistema à noite, e o relatório do cliente é montado no Word no fim do mês.”

O que muda

O que o técnico faz na frente do cliente já é o registro.

  • App do técnico que funciona sem sinalChecklist, foto, medição e assinatura do cliente no celular. Em subsolo e galpão continua funcionando — e sincroniza quando volta.
  • Relatório mensal que se monta sozinhoOS atendidas, SLA, tempo médio, reincidência por equipamento e por técnico. O que hoje toma dois dias por contrato.
  • Se for climatizaçãoPMOC como documento assinável, cronograma anual equipamento × mês, consumo de fluido refrigerante e QAI pela NBR 17037 — com a conformidade calculada, não conferida à mão.
  • Contrato com SLA que cobra sozinhoPrazo por prioridade, alerta antes de estourar e escalonamento automático para o superior.
  • Nota de serviço de dentro da OSNFS-e emitida do serviço executado, sem redigitar no portal da prefeitura.
  • Avaliação do cliente na horaEle assina e avalia no mesmo celular. O ranking por técnico sai disso, não de percepção.
O que costuma acontecer

“O estoque do sistema nunca bate com o do galpão, e a gente desconta no olho porque ninguém sabe a margem real daquele item.”

O que muda

Do endereço na prateleira até a margem que sobra no caixa.

  • Separação com rota, não com sorteO picking sai na ordem que minimiza deslocamento, com o endereço de cada parada. Coletor com leitor funciona no galpão.
  • Inventário que se priorizaO sistema aponta o que contar primeiro: giro, divergência histórica, saldo negativo e validade próxima — em vez de contar tudo sempre.
  • Limite de desconto por itemO vendedor vê até quanto pode descontar; ele não vê o custo. Acima disso vai para aprovação, com o motivo escrito.
  • Margem que inclui o galpãoGuardar e movimentar são custos diferentes, com drivers diferentes. Item volumoso e parado deixa de parecer barato.
  • Fiscal completoNF-e com Reforma, origem da mercadoria correta (importado tem alíquota própria) e conciliação bancária que aprende com o que você concilia à mão.
O que costuma acontecer

“O projeto está atrasado e a gente descobre no comitê. O contrato foi assinado numa versão que ninguém acha, e o que foi medido não bate com o que foi faturado.”

O que muda

O físico e o financeiro do projeto na mesma tela — e o documento com procedência.

  • Avanço físico ao lado do consumo do orçamentoQuando 40% do prazo consumiu 70% do custo, o alerta é imediato — e não uma descoberta no fechamento.
  • Medição que vira faturamentoO que o fornecedor ou a equipe reportou é validado e gera o título. Sem planilha entre uma coisa e outra.
  • Documento com procedênciaCada versão carrega hash; a anterior não é sobrescrita, porque pode ter sido a assinada. Cláusula pétrea para o texto que ninguém pode alterar localmente.
  • Assinatura ICP-Brasil com ordemCliente assina primeiro, depois o prestador — e o acesso só é liberado quando os dois assinaram.
  • Hora apontada vira honorárioTimesheet ligado ao contrato, com o que é faturável separado do que não é.

Independente do perfil

O que vem junto, porque é onde toda empresa sangra.
FinanceiroContas a pagar e receber, boleto e remessa bancária, conciliação, fluxo de caixa e centro de custo.
FiscalNF-e e NFS-e, SPED, retenções calculadas e portal para o contador — com escopo e revogação.
GovernançaAlçada vinda do cargo, dupla aprovação onde importa, e trilha que diz quem fez o quê.
Todo diaUma tela que diz o que precisa da sua atenção hoje — com o porquê e o que aquilo destrava.

Costuma encaixar quando

  • O processo existe, mas mora em planilha
  • Tem sistema, e a operação vive fora dele
  • Precisa comprovar o que faz — norma, cliente ou regulador
  • O time cresceu e o controle não acompanhou

Não é para

  • Quem já roda SAP ou Oracle e não vai trocar
  • Quem quer só emitir nota
  • Quem ainda não definiu o próprio processo

Meia hora, um processo só

Escolha um controle que hoje te dá trabalho e a gente percorre onde o dado nasce. Se não fizer sentido, você perdeu meia hora — e sai sabendo onde está o gargalo.