O mercado vende isso em quatro sistemas que não se falam — e sobra para a sua equipe reconciliar planilha na véspera da auditoria. No IRS, a denúncia de corrupção procedente entra sozinha no indicador de governança do relatório ESG. A due diligence reprovada acende alerta crítico em todos os contratos vigentes daquele parceiro. O risco não é um cadastro isolado: ele nasce da denúncia, do incidente, do que já aconteceu.
Quatro ferramentas separadas produzem quatro verdades sobre a mesma empresa — e nenhuma delas resiste a uma pergunta simples do conselho.
O jurídico tem um número, o relatório ESG tem outro. Alguém digitou errado — e ninguém sabe qual dos dois está certo.
A due diligence está numa planilha, o contrato está no jurídico e o pedido de compra já saiu. A informação existia; só não chegou a tempo.
Na auditoria, a pergunta nunca é se você faz — é se você prova. Sem trilha, controle implementado vira palavra contra palavra.
Quem cadastra o fornecedor também aprova o pagamento. Ninguém percebeu porque ninguém cruzou os acessos.
Cada um resolve o seu domínio com profundidade. Juntos, formam a evidência que nenhum deles produziria sozinho.
Estas ligações são automáticas e já rodam. É o que você não consegue reproduzir com quatro fornecedores diferentes — nem com uma planilha de consolidação.
Nenhum destes caminhos exige alguém lembrar de avisar o outro departamento.
Não é sobre ter mais um painel. É sobre a empresa parar de descobrir tarde.
O número do relatório ESG, o do comitê de risco e o do jurídico saem da mesma base. Divergência entre eles deixa de ser possível.
DD vencendo, tratamento atrasado, denúncia parada, controle há 90 dias no “parcial”: o sistema cobra, em vez de esperar você lembrar.
Cada mudança de status, parecer e reavaliação fica registrada com autor e data. Auditoria pergunta “prove” — e a resposta está no histórico.
A varredura de segregação de funções mostra quem acumula acessos conflitantes — antes que isso vire o achado da auditoria.
Cliente, banco e exportador pedem due diligence e pegada de carbono. Os dois saem do mesmo lugar, com fonte declarada.
Nada de conectar quatro fornecedores com um projeto de integração. Os módulos já nascem no mesmo banco, com o mesmo cadastro.
Preferimos dizer antes: a biblioteca de controles vem com um conjunto representativo por norma (ISO 27001, 37001, 9001 e verticais como 13485, 17025, IATF 16949, RDC 658 e 21 CFR Part 11) — não é a norma inteira transcrita, e é ajustada com você na implantação.
O relatório ESG é compilado a partir dos dados (emissões por escopo, energia, indicadores S e G, metas) e entregue para a sua equipe fechar a diagramação do padrão GRI — não é um PDF pronto de prateleira.
Nada aqui foi escrito para a apresentação: é o que o sistema faz. Na demonstração, mostramos rodando — inclusive o que ainda está em construção.
Numa demonstração guiada de 40 minutos, percorremos um caso do começo ao fim: a denúncia entra pelo canal anônimo, vira risco corporativo, aparece no painel de governança e chega ao relatório ESG — sem ninguém redigitar nada.